Crônica de Brasília XXXV
Estou em paz, escrevo no guardanapo de papel, sentada à mesa do Bar do Nino, um antigo amigo de infância. Daqui de onde estou, posso ver toda a enseada que forma a baía da Praia do Cabo Branco. A noite é deliciosamente ventilada, nessa época do ano, é novembro e o verão já mostra toda [...]











