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	<title>Poesia em Tempo Real</title>
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		<title>Crônica de Brasília XLIX</title>
		<description>Estamos eu, o cão e o gato, cada um em seu compartimento, cada qual entretido consigo mesmo; o cão brinca com uma palma seca caída ao chão, a gata com certeza cochila no tapete, embora não a veja daqui de onde estou recostada à rede, e eu penso no rosto ...</description>
		<link>http://www.poesiaemtemporeal.com/2010/03/07/cronica-de-brasilia-xlix/</link>
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		<title>Crônica de Brasília XLVIII</title>
		<description>Da solidão deste Planalto Central ou será da imensidão? Pergunto-me, tentando lembrar a frase exata do presidente Juscelino Kubitschek, em 1956, ao visitar, pela primeira vez, o lugar em que seria construída Brasília. Estou sentada sozinha em uma das salas de cinema da Academia de Tênis, esperando a hora de ...</description>
		<link>http://www.poesiaemtemporeal.com/2010/02/28/cronica-de-brasilia-xlviii/</link>
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		<title>Crônica de Brasília XLVII</title>
		<description>“Ah, look at all the lonely people! Ah, look at all the lonely people!”, toca no circuito interno da aeronave o maravilhoso e eterno hit dos Beatles, os quatro meninos de Liverpool que, nas décadas de 60 e 70, mudaram definitivamente nossa forma de estar no mundo. Eleanor Rigby é ...</description>
		<link>http://www.poesiaemtemporeal.com/2010/02/21/cronica-de-brasilia-xlvii/</link>
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		<title>Crônica de Brasília XLVI</title>
		<description>Dia desses, li uma notícia no jornal sobre a descoberta iminente de um novo sistema solar, onde haveria planetas semelhantes à terra e prontos a abrigarem a vida, tal qual a conhecemos. A matéria falava na possibilidade de não estarmos sozinhos no universo e citava um congresso sobre o assunto ...</description>
		<link>http://www.poesiaemtemporeal.com/2010/02/14/cronica-de-brasilia-xlvi/</link>
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		<title>Crônica de Brasília XLV</title>
		<description>Tomei um banho demorado, respeitando cada momento do ritual e a água caindo, milagroso bálsamo, acalmou-me corpo e alma. O barulho da água, a textura da água, seu poder de cura, penso e agradeço a Deus pelo vigor, pela beleza da natureza no planeta terra, por sua irmandade com a ...</description>
		<link>http://www.poesiaemtemporeal.com/2010/02/07/cronica-de-brasilia-xlv/</link>
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		<title>Crônica de Brasília XLIV</title>
		<description>A dieta dos índios ianomâmis, na fronteira do estado de Roraima com a Venezuela, inclui formigas, gafanhotos e piolhos, penso cá comigo, estarrecida com esse último ingrediente, considerado asqueroso – essa é a palavra – por nossa cultura branca ocidental. Confesso ter duvidado da veracidade da notícia, embora ela me ...</description>
		<link>http://www.poesiaemtemporeal.com/2010/01/31/cronica-de-brasilia-xliv/</link>
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		<title>Crônica de Brasília XLIII</title>
		<description>Há uma crônica de amor inacabada e retomá-la é o sonho de todo cantor, vem-me o verso ao pensamento como uma fluida memória, uma canção universal comum a todos os membros do que seria uma eterna academia de poetas.
A poesia é uma canção universal e executar com perfeição sua sinfonia ...</description>
		<link>http://www.poesiaemtemporeal.com/2010/01/24/cronica-de-brasilia-xliii/</link>
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		<title>Crônica de Brasília XLII</title>
		<description>Foi durante uma entrevista de Clarice Lispector à TV Cultura, em 1977, que outra vez a vi: a alma humana desnuda, exposta num caderno secreto. Quem faz um diário o faz por querer ser ouvido, penso. É esse o segredo – essa voz interior gritando: por favor, alguém me ouça ...</description>
		<link>http://www.poesiaemtemporeal.com/2010/01/17/cronica-de-brasilia-xlii/</link>
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		<title>Crônica de Brasília XLI</title>
		<description>Saí do show de Célia Porto, na Livraria Fnac, no Parkshopping, com um nó na garganta, uma sensação de angústia, uma vontade de chorar, chorar, chorar. E ao mesmo tempo, me arrebatava uma esperança louca e a fé no amor, com seu poder de varrer o mal e transformar a ...</description>
		<link>http://www.poesiaemtemporeal.com/2010/01/10/cronica-de-brasilia-xli/</link>
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		<title>Crônica de Brasília XL</title>
		<description>Quando cheguei a casa aquela noite, ouvi o som de um piano. Apurei o ouvido e reconheci: era a Ave Maria, de Franz Shubert, um hino dos anjos, captados pelas antenas do artista em homenagem à Virgem. A música clássica e o piano formam um par perfeito, penso enternecida pela ...</description>
		<link>http://www.poesiaemtemporeal.com/2010/01/03/cronica-de-brasilia-xl/</link>
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